... porque, no fundo, sabemos que do outro lado do medo está a liberdade!
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
Band-aid covers the bullet hole
" As doctors, patients are always telling us how they'd do our jobs. Just stitch me up, slap a band-aid on it and send me home. It's easy to suggest a quick solution, when you don't know much about the problem or you don't understand the underlying cause or just how deep the wound is. The first step toward a real cure is to know exactly what the disease is to begin with. But that's not what people want to hear. We're supposed to forget the past that led us here, ignore the future complications that might arise and go for the quick fix..." Grey's Anatomy
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
Growing pains
É isso mesmo! Estou com dores de crescimento! Bem sei que já as deveria ter tido há uns bons anos mas... não! Mas, como é claro, estou a falar das minhas dores de crescimento interiores, não físicas!
É bom quando calçamos uns sapatos novinhos e caminhamos sem medos...
É bom sinal sabermos que quando rompermos estes sapatos temos outros para estrear de seguida!
É bom quando nos levantamos: é sinal que já ultrapassámos a fase da queda!
É bom quando admitimos que falhamos!
É bom quando podemos mostrar a quem não nos conhece tão bem que não somos somente o que elas "vêem"!
É bom quando nos apercebemos que quem nos conhece bem, conhece mesmo bem!
É bom sentirmos que não estamos sozinhos!
E quando todas as dores de crescimento passarem, virão outras substitutas, porque a vida não é mais do que um conjunto de dores de crescimento!
domingo, 4 de setembro de 2011
terça-feira, 30 de agosto de 2011
Shot of love
Parece que fui tocada por um bocadinho de inspiração e, por isso, vou tentar explorar a pouca que apareceu.
Hoje em dia todos nos deparamos com frases e citações diárias sobre o amor: o que é, o que não é, como se busca, como se foge... Bom, para fugir dele não é precisa uma grande técnica: basta ignorá-lo! Como se procura, isso já é pessoal. Cada um sabe de si!
Mas o que quero aqui debater hoje tem que ver com a aceitação do amor e, por isto, entende-se o momento em que se percebe que este paira no ar, o momento em que deixamos de estar em negação. Mas não só... Hoje alguém me disse que para se amar alguém é necessário estar disposto a viver com as imperfeições dessa pessoa. Eu subscrevo totalmente. Óbvio é que essas imperfeições ou defeitos (como lhe queiram chamar) terão de ser humanamente aceitáveis. Penso que ninguém é suficientemente masoquista ao ponto de se apaixonar por um sádico!
O problema desta questão é que, muitas das vezes, essas imperfeições só existem aos nossos olhos. Podem ser defeitos psicológicos ou físicos, não interessa... Fazem-nos impressão! Vou ainda mais longe: o problema real é vivermos de uma ilusão. Procuramos uma pessoa que, pura e simplesmente, não existe... Podemos até acreditar que o melhor para nós é um homem alto, musculado e de olhos verdes. Podemos até pensar que o melhor para nós é um homem bastante extrovertido e muito inteligente... Pois podemos! A nossa imaginação não tem limites e, por vezes, não sabe onde parar. Todavia, a realidade é muito mais caricata e irónica, e troca-nos as voltas sem termos essa noção. É como se quisessemos comprar um top preto e percorressemos todas as lojas da cidade em busca de um top preto, ignorando por completo as calças que precisamos, a camisola que queremos há anos, aquele lenço perfeitinho que combina com o casaco que nunca vestimos. Só olhamos em frente e nem olhamos para o nosso lado.
Bom, já fui mais longe do que queria e já me desviei do ponto de análise.
Tal como referiu Henri de Montherland, nós "gostamos de alguém porque; amamos alguém apesar de". Sábias palavras! Pode até parecer um cliché, mas pensem lá se não é verdade... É fácil gostar de alguém, por ser assim ou assado, por se identificar connosco de uma ou de outra maneira. Mas amar alguém... ah, amar implica algo mais. Implica já algum sacrificio: aprender a viver com aquilo que não gostamos em alguém... Não é fácil! Ninguém disse que era! Mas amor é quando as diferenças não são capazes de separar as pessoas.
É escusado dizer que isto se aplica a qualquer tipo de relacionamento, de qualquer natureza. Basta existir duas pessoas para haver divergências e maneiras diferentes de pensar ou de estar. Não obstante, nada disto impede que exista amor. Basta que ele surja e aí já não há nada a fazer!
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